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quinta-feira, 22 de março de 2012

Biblioteca de Bookshelf






Esta biblioteca maneira fica no Estado de Kansas City, nos estados Unidos. A fachada é feita de livros gigantes de 25 metros de altura. Um belo estímulo visual para atrair leitores. Os livros foram escolhidos pelos leitores e avaliados por uma comissão. Entre eles está um conhecido de muitos jovens, "O Senhor dos Anéis", de J. R. R. Tolkien. Resta saber se o trabalho interno conta com uma proposta de incentivo à leitura à altura da bela fachada.  Quando algúem passar por lá e conferir me conta que eu ponho aqui.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O Xadrex e a Leitura

O Xadrez e a Leitura
Não sei tanto sobre técnicas de defesa e ataque no xadrez, mas tenho aprendido bastante, na prática com os meus alunos – não só de xadrez – e em vídeos e livros onde tenho pesquisado. Compramos livros novos e entre eles alguns sobre o jogo milenar. Os meninos e meninas têm levado para casa e utilizado para lhes auxiliar e com isso, desenvolvido a leitura.
Com a utilização do xadrez na biblioteca posso perceber - apesar deste apontamento não ter um cunho técnico - que muitos educandos têm sido influenciados pelo jogo para a leitura de outros temas como literatura brasileira, quadrinho, livros de futebol e a literatura jovem da moda, Harry Potter, etc.. Entendo que o fato tenha relação com o exercício mental que o xadrez proporciona, fundamental para a leitura. Um cérebro sedentário ou condicionado às imagens apenas, não cria e fantasia muito pouco. Sendo a fantasia e a criatividade fundamentais à leitura, o manuseio diário de peões, bispos, reis, cavalos e rainhas com o objetivo de superar as armadilhas adversárias pode desempenhar o papel de incentivador da leitura, com um olhar atento e bem elaborado do educador, é claro.
Além do mais, o xadrez torna-se muito agradável conforme vai se aprendendo mais e notando suas inúmeras possibilidades, cativando assim um número sempre crescente de jogadores. Com isso, a biblioteca está sempre cheia de praticantes e aberta a novos leitores, pois é sabido que um fator de peso na falta do hábito de ler é a falta de acesso aos livros.
Boa leitura e bom jogo!
David Eloin - Bi Campeão da Fundação Julita

A Educadora Carol e Matheus, o Campeão da Manhã (nível médio)


 Eloin e o Educador Jardel

 Giovane, O Campeão da Tarde (vice geral) e o Educador Joadson 

                                                              O Educador Marcelo e a Érica (vice da manhã)

 Maryanna - Vice Campeã da Tarde (nível médio) e Eu

O Educador Robson e Jonathan - Campeão Geral (nível médio) 

O Educador Robson e Pedro (vice campeão da tarde)

Feras Reunidas

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A Maior Biblioteca do Mundo

(Cristina Danuta)
Este título já foi ostentado pela biblioteca de Alexandria, que já foi considerada a maior biblioteca do mundo antigo. Devido a vários incêndios ocorridos em épocas distintas, grande parte dos livros e manuscritos raros se perdeu.
Hoje, a biblioteca do Congresso, em Washington, DC, nos Estados Unidos é considerada a maior biblioteca do mundo em espaço de armazenagem e livros. Ela possui mais de 144 milhões de itens, o que inclui material em mais de 470 idiomas, livros impressos, manuscritos, material em áudio, mapas e gravuras, dentre outros. Ela possui a maior coleção de livros raros da América do Norte além de constar em seu acervo uma das cópias restantes da Bíblia de Gutenberg.
A biblioteca do Congresso foi inaugurada em 24 de abril de 1800 pelo então presidente John Adams em razão da transferência da capital americana da Filadélfia para Washington.
A biblioteca foi incendiada duas vezes. A primeira em 1814 devido às invasões de tropas britânicas e a segunda em 1851. Neste segundo incêndio, além da enorme perda de 35 mil livros, o fogo destruiu dentre outros objetos um retrato original de Cristóvão Colombo.
A biblioteca é aberta ao público em geral para pesquisa acadêmica, mas turistas também podem visitá-la.
Curiosidade: para você que além de livros também gosta de cinema, a biblioteca do congresso aparece nos filmes “O dia depois de amanhã” e “A lenda do tesouro perdido – livro dos segredos”.


Conheça o site oficial da biblioteca do congresso aqui.

Clássicos em Quadrinhos


Publicado originalmente por Bruno Dorigatti em 17/08/2007.

Moda ou nicho crescente, que chegou para se fixar no mercado? As adaptações de clássicos da literatura brasileira para histórias em quadrinhos dão o que falar. E cativam leitores mais jovens.

Nas livrarias circulam hoje, em quadrinhos, alguns dos grandes clássicos da literatura brasileira. Movimento recente, da migração das histórias em quadrinhos das bancas para as livrarias, para alguns, representa um novo fôlego para a chamada nona arte. Outros, porém, acreditam que não passa de moda passageira. O autor ainda é mal remunerado, dada a quantidade de gente fazendo quadrinhos, e o pagamento pelos trabalhos não justifica a dor de cabeça. Fato é que excelentes álbuns vêm aparecendo, caso da adaptação de "O alienista", conto de Machado de Assis, pelos irmãos gêmeos Fábio Moon e Gabriel Ba, responsáveis pelo blog 10 Pãezinhos. Lançado pela Agir, todo em tons de sépia, o álbum recria a imaginária cidade fluminense de Itaguaí, onde o Dr. Simão Bacamarte aplicou suas teorias sobre a patologia cerebral. Neste caso, a editora procurou os irmãos para adaptar uma obra de um escritor brasileiro, e a escolha do autor ficou por conta deles. "A editora só determinou o número de páginas. O resto, nós decidimos. O mais importante é pensar que o ritmo de leitura é diferente em prosa e em quadrinhos, é preciso decidir o que sai e o que fica para manter o ritmo de leitura que você quer", argumenta Fábio. E acrescenta: "O mais difícil é criar uma obra com uma cara própria, que mantenha a 'voz' do autor original, mas que tenha todas as qualidades do novo veículo. A adaptação deve ter cara de original, criando um produto completo e deixando o leitor com 'gostinho de quero mais', mais do autor original, e mais dos autores que fizeram a adaptação".

Outro projeto interessante é da editora Escala Educacional, que vem lançando clássicos na coleção Literatura Brasileira em Quadrinhos e já conta com 12 obras de Machado de Assis, Lima Barreto, Aluísio de Azevedo e Manuel Antônio de Almeida, entre outros. No caso de O cortiço, "a idéia partiu de nós mesmos, quadrinhistas – mais especificamente do Francisco S. Vilachã, desenhista com quem trabalho há muito tempo. Amadurecemos a idéia a partir da adaptação de contos de Machado de Assis, que propusemos a várias editoras, e a Escala topou", informa Ronaldo Antonelli, responsável pelo roteiro. Com a editora, discutiram apenas os traços gerais da série e da obra. A adaptação de cada texto ficou inteiramente por conta deles. "Decidir o que fica e o que sai é uma questão de balancear o emprego de imagem – o recurso específico do meio quadrinhos – com a essência do texto. O mais difícil e o mais relevante: passar a linguagem do autor nas falas (balões) e nas legendas. É preciso resumir, sim – uma imposição do espaço e da linguagem –, mas mantendo o tom e o próprio vocabulário do autor", acrescenta.

Já no caso da adaptação de Memórias de um sargento de milícias, com roteiro de Índigo e arte de Bira Dantas, a idéia partiu da Escala Educacional. "Ofereceram-me Memórias de um sargento de Milícias. Foi um susto. Tinha me esquecido completamente da existência desse livro", lembra Índigo. "O grande valor de Memórias de um sargento de milícias está no fato de ter sido o primeiro romance urbano brasileiro. Na época ele veio como algo extremamente inovador. Em pleno período romântico (1853) o livro foi considerado revolucionário pela linguagem, caracterização dos personagens, pela ousadia e crítica social. Até então a sociedade não havia sido retratada com tanta crueza e naturalidade. Mas, ao contrário de Machado de Assis, ele ficou datado. A história é rocambolesca e ao mesmo tempo inocente para os padrões atuais. Achei que seria impossível tentar reproduzir o valor do livro original."

Sobre a adaptação, ela diz que recebeu duas diretrizes. A primeira, quanto ao número de páginas. A segunda era que todo o texto teria de ser pescado do original. "Antes de me aventurar em adaptações para HQ eu já havia feito duas de Julio Verne, uma de Alice no País das Maravilhas e Viagens de Gulliver, entre outros. Nesses casos eram adaptações de faixa etária. Usei o mesmo método de trabalho. Primeiro extraio o cerne da história. Separo. Depois, pego as histórias paralelas e destrincho uma a uma, selecionando o que elas têm de mais primoroso. Acrescento esses achados à história principal. Então vou começar a trabalhar em cima desse material selecionando o que vira imagem e o que vira texto. Sendo que dentro do texto vou pescar falas para diálogos e comentários que complementam a cena. É um trabalho extremamente técnico. O maior desafio é ter sensibilidade para, no meio de tantas machadadas, não matar a obra. O importante é dar um jeito de fazer tudo e ainda preservar a voz do autor", conta. E o que é mais difícil numa adaptação dessas? "Memórias de um sargento de milícias foi escrito no formato de folhetim de jornal durante o período de um ano. Isso permitiu a construção de uma narrativa novelesca. A história não segue numa única direção. O autor faz pausas e toma todo o tempo do mundo para se aprofundar na vida de personagens secundários. Num determinado caso, há uma longa digressão sobre o filho de um personagem secundário! Minha vontade era simplesmente limar essas histórias satélites e me concentrar na trama principal. No entanto, elas sempre continham algum fato pertinente, fatos que eu não conseguia descartar. Bem que tentei, mas daí a história principal perdia o sentido. Então eu tinha de voltar e reincorporar. Foi um duelo. Uma adaptação assim é um grande exercício de lógica. É preciso discernir onde estão os alicerces da história. Muito será demolido, mas no final, a história tem de parar em pé."

O mercado reaquecido nos leva à pergunta: Por que tantas adaptações de clássicos para quadrinhos? E por que agora? "Acho que o apelo visual facilita o interesse dos jovens de hoje, e as editoras estão investindo nesse mercado para vender para as escolas", afirma Fábio. Segundo Índigo, há duas razões para isso. "Primeiro, porque chegamos num momento de substituição da geração em poder. Hoje em dia os diretores de escola são aqueles caras que, quando criança, tinham de esconder gibis da professora. Finalmente superamos aquela discussão absurda quanto ao valor do HQ. Está mais do que comprovado que é uma forma literária." Ronaldo discorda: "Não acho que sejam tantas. Pense em tudo que já foi adaptado de literatura para o teatro, o cinema e a televisão. Os quadrinhos são mais uma linguagem ou, como querem alguns, uma arte, a nona arte. Há um mundo de literatura nacional e estrangeira à espera de adaptação para quadrinhos". Sobre o mercado para HQs, ele acrescenta que hoje vê o cenário "um pouquinho melhor que no passado, mas precisando melhorar muito ainda".

Índigo vai por outro caminho. "Na década de 80 e 90, HQ ainda era gibi, comprado em banca. Hoje HQ virou livro. Eu preferia a versão gibi, da época do Piratas do Tietê e Chiclete com Banana. Era uma delícia esperar a edição seguinte, ver as cartas dos leitores, acompanhar a criação ali, com vida, erros, o autor se expondo sem nenhum pudor. Eram quase como bons blogs, se existissem blogs então. Isso sem falar no papel jornal, que é muito mais charmoso que papel couché. Os álbuns que são lançados hoje em dia não têm vida. Quem é que lê uma seqüência de tiras? Não é assim que se lê HQ. Elas só funcionam em doses homeopáticas. Isso começou a mudar quando os bons gibis desapareceram. Acho que em meados dos anos 90."

E Fábio lembra das novas editoras: "Hoje, existe uma explosão de novas editoras, uma procura das editoras (novas e velhas) por autores nacionais e uma certa consolidação dos álbuns de quadrinhos nas livrarias, o que facilita o acesso a esses livros pelo público", cenário que começou a mudar de uns dois anos pra cá.

Os prêmios também ajudam. "Eles mostram ao público que você existe. As editoras, os jornais e as agências te vêem em evidência e te chamam pra trabalhar. Você faz mais entrevista, aparece mais e mais gente fica sabendo do seu trabalho. As pessoas ficam curiosas pra saber por que fomos premiados e vão atrás dos nossos livros, do nosso site", diz Fábio. Funcionam ainda como "estímulo para os artistas e um chacoalhão de mercado e de mídia", acredita Ronaldo. E ainda ajudam a legitimar a obra de um autor. "É como um selinho de qualidade que as pessoas levam em consideração. Dependendo do selinho, você está ou não na vitrine da livraria, será ou não convidado para eventos literários. Ele também atrai a atenção de jornalistas, que passam a prestar atenção no seu livro, podendo até resenhá-lo. Fora que alguns selinhos vêm acompanhados de uma boa grana", lembra Índigo.



Perguntados sobre o que levariam para os quadrinhos, Fábio se lembra de Shakespeare e Guimarães Rosa. Ronaldo, atualmente trabalhando junto com Vilachã na adaptação de O triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, que deve sair ainda este ano, adoraria adaptar contos e novelas de Guimarães Rosa – Corpo de baile, por exemplo. E Índigo, Crime e castigo. "Porque se eu tiver de fazer outra adaptação de clássicos na minha vida, não será por dinheiro. O dinheiro que se paga por esse tipo de trabalho não justifica a dor de cabeça. Então seria por devoção ao autor, e nesse caso é Dostoiévski."

Para o diretor da editora Conrad, Rogério de Campos, em matéria do site Cultura e Mercado, "os quadrinhos vivem o melhor momento de sua história, os números de venda, no mundo todo, nunca foram tão grandes". Ele acrescenta ainda que "nunca houve tamanha variedade, o público está cada vez mais diverso". Para o diretor da editora Devir, Douglas Quinta Reis, o mercado vive um bom momento. E, apesar do volume de vendas continuar semelhante, a quantidade de lançamentos registra um aumento de 15%, as editoras publicando quadrinhos também aumentam e a variedade de títulos e gêneros significa mais espaço para o autor nacional. Ainda na mesma matéria, porém, o cartunista Paulo Stocker, comenta que a realidade hoje é bem pior: "O Brasil é um país tosco em matéria de quadrinhos, as editoras pagam pouco porque existe muita oferta".






quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Zapslam

Neste mês de janeiro participei do zapslam, que é um projeto voltado à poesia, onde os poetas têm 3 minutos para apresentarem suas obras e receberem notas dos jurados, escolhidos na própria platéia. As melhores notas, após três rodadas, sagra-se vencedora. Em dezembro os vencedores de cada mês disputam a finalíssima. Este torneio ocorre no mundo inteiro e tem uma disputa a nível mundial, com poetas de todas as nacionalidades. Além do valor literário é considerada também a performance de cada artista.
Segue o link do blog do zapslam: http://zapslam.blogspot.com/

Volta à ativa

A Biblioteca da Julita está de volta às atividades depois de alguns dias parada por férias de funcionários e reforma nos banheiros da Fundação. A boa nova é que chegaram novos títulos, com clássicos como "Cem Anos de Solidão" do escritor Gabriel Garcia Marques, "Guerra e Paz" de Tolstoi, "Divina Comédia" de Dante Alighieri, "Moby Dick" de Herman Melville, "On The Road" de Jack Kerovac, além de livros mais atuais como "Capão Pecado" e "Colecionador de Pedras" dos escritores Ferréz e Sergio Vaz, respectivamente, e "Abusado" e "Rota 66", ambos de Caco Barcelos, "Os Miseráveis" de Vitor Hugo, entre outros, e vários livros mais voltados ao público infantil e infanto juvenil, como o "Livro dos Recordes" 2012. Venha emprestar o seu. Leia mais, evolua, cresça!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Semana do Livro



Na semana de 24 a 28 de outubro foi realizada em nossa biblioteca a "Semana do Livro", onde a pergunta que fizemos foi "O Livro Serve Pra Quê?"

Segunda-feira

Foi realizada uma Caça ao Tesouro Literára, onde os alunos de 13 e 14 anos tinha como missão encontrar um prêmio escondido (um livro muito legal) seguindo as mensagens que foram espalhadas pela biblioteca e no espaço externo, alternadamente. Foi muito divertido e todos mostraram a sua perspicácia decifrando os enigmas propostos pelo Educador Fagner e o Serginho, além de entrarem em contato com grandes clássicos da literatura universal.

Terça-feira

Tivemos a honra da presença do jornalista e escritor Guilherme Azevedo, fundador do jornal virtual Jornalirismo e autor do livro "As Aventuras de Alencar Almeida". Guilherme realizou um bate papo com os alunos da E.E. Antônio Manoel Alves de Lima, convidados pela Fundação Julita para participar da Semana do Livro conosco. Falou sobre a mídia impressa e em geral n Brasil e sobre o vestibular e a profissão de jornalista. Os jovens mostraram-se muito interessados e contribuiram de forma muito positiva com opiniões e perguntas muito pertinentes. Parabenizamos o Antônio Manoel pelo nível que apresentarm seus educandos e esperamos nos encontrar de novo muito em breve.







À tarde realizei um bate papo com a 5a. série, também do Antônio Manoel, onde os alunos apresentaram, como os mais velhos, um ótimo nível e excelente participação. Falamos sobre literatura e a escola como veículo para o desenvolvimento da comunidade. Tivemos a participação dos coordenadores Jânio e Xisto e das profesoras da escola.



Quarta-feira

A atividade nesse dia foi com os grupos menores, idade entre 6 e 8 anos, onde construiram histórias em quadrinhos com recortes da Turma da Mônica. Montavam e apresentavam um a história do outro. Discutimos o respeito com os vários pontos de vista sobre as imagens usadas. Muito boa participação de todos. Nesta atividade contamos com os educadores Robson e Ana Carolina para o planejamento e a ação.





Quinta-feira

Este, talvez, tenha sido o dia mais intenso da semana, com a realização do nosso Sarau de Quinta e a entrega dos prêmios da promoção Rubens Barrichello, onde foram soretados o boné e camiseta comemorativa do piloto. Os alunos e algumas pessoas da comunidade apresentarm seus poemas e de autores consagrados e contamos com os alunos do Joel, nosso professor de violão que deram uma magnífica canja e abrilhantaram o evento. Também tivemos prêmios para autores de poesia.


























Sexta-feira

Na sexta as atividades ficaram por conta da poesia de cordel, em oficina que realizamos com a ajuda do nosso profesor de maracatú, Jardel. Os alunos puderam conhecer esta forma popular de literatura e esboçaram seu talento nas folhas de sulfite. Em breve publicaremos os trabalhos em impressões aqui mesmo na nossa biblioteca;


















Feira de Trocas

Paralelamente às atividades realizamos também a feira de trocas que teve muito sucesso, onde várias pessoas da Fundação e da comunidade trouxeram e levaram muitos títulos, entre eles, clássicos como Guimarães Rosa, Cora Coralina e George Orwel.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Céu

O céu é azul
O sol é amarelo
Só fiz este poema
Para dizer como tú és belo.

Duda Souza

Frequência

A emoção do nosso amor
Não dá para ser contida
A força desse amor
Não dá para ser medida
Te amar como eu te amo
Só uma vez na vida

Laura Discher

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Manoel Bandeira

Testamento

O que não tenho e desejo
É que melhor me enriquece.
Tive uns dinheiros – perdi-os…
Tive amores – esqueci-os.
Mas no maior desespero
Rezei: ganhei essa prece.
Vi terras da minha terra.
Por outras terras andei.
Mas o que ficou marcado
No meu olhar fatigado,
Foram terras que inventei.
Gosto muito de crianças:
Não tive um filho de meu.
Um filho!… Não foi de jeito…
Mas trago dentro do peito
Meu filho que não nasceu.
Criou-me, desde eu menino
Para arquiteto meu pai.
Foi-se-me um dia a saúde…
Fiz-me arquiteto? Não pude!
Sou poeta menor, perdoai!
Não faço versos de guerra.
Não faço porque não sei.
Mas num torpedo-suicida
Darei de bom grado a vida
Na luta em que não lutei!

Poema de Manoel Bandeira sugerido pela aluna Wendy do CCA da manhã

Flor Vermelha

A flor vermelha que toca a gente
Amor também a gente sente!
Ouço a voz do coração
Para que tanta emoção?

Laura Discher

(grupo 4 da manhã - CCA)

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Campanha de doação de livros

Participe da campanha de arrecadação de livros da Biblioteca! Os títulos que precisamos para nosso acervo são (os livros estão organizados por ordem alfabética de autor):

A - B
Mania de Explicação (Adriana Falcão)
Sete Histórias para Contar (Adriana Falcão)
AnúnciosAmorosos dos Bichos (Almir Correia) 
Procura-se Lobo (Ana Maria Machado)
Margarida (André Neves)
Lendas Urbanas - A Loura do Banheiro e Outras Histórias (Anna Claudia Ramos)
Yumi (Annelore Parot)
Sete Histórias para Sacudir o Esqueleto (Angela Lago)
Os Sete Novelos (Angela Sheif Medearis)
Poema Pedagógico (Anton Makarenko)
Crianças Como Você (Barnabas e Anabel Kinderzey)
O que é uma Criança? (Beatrice Alemagna)

C - E
Abusado  (Caco Barcelos)
Rota 66 (Caco Barcelos)
Ou isto, ou aquilo (Cecilia Meireles)
Contos e Lendas da Mitologia Grega (Claude Pouzadoux)
A Hora da Estrela (Clarice Lispector)
Robinson Crusoé (Daniel Defoe)
Coisas de Índio - versão infantil  (Daniel Munduruku)
A Divina Comédia (Dante Alighieri)
O Pote Vazio (Demi)
Bruxinha Zuzu (Eva Furnari)
Trudi e Kiki (Eva Furnari)

F - G
Poemas de Álvaro de Campos  (Fernando Pessoa)
A Época da Inocência (Edith Wharton)
Uma Lagarta Muito Comilona (Eric Carle)
Capão Pecado (Ferrez)
O Idiota (Fiódor Dostoiévski)
O Ponto de Mutação  (Fritjoff  Kapra)
Cem Anos de Solidão (Gabriel García Márquez)
Ah, se a gente não precisasse dormir! (Gertd Fehrie)
A Vida Secreta das Árvores (Gita Wolf e Sirish Rao)
Dez Patinhos (Graça Lima)
O que tem Dentro da sua Fralda? (Guido Van Genechten)
Madame Bovary (Gustave Flaubert)

H - J
Walden – A Vida nos Bosques (Henry David Thoreau)
Moby Dick (Herman Melville)
O Pai Goriot (Honoré de Balzac)
Até as princesas soltam pum (Ilan Brenman)
Mamãe é um Lobo (Ilan Brenman)
Telefone sem fio (Ilan Brenman e Renato Moriconi)
O Apanhador no Campo de Centeio (J. D. Salinger)
On the Road - Pé na Estrada (Jack Kerouac)
Gosto de África (Joel Rufino dos Santos)
As Lavadeiras Fuzarqueiras (John Yeoman)
A Bola e o Goleiro (Jorge Amado)
Poemas para Brincar (José Paulo Paes)

K - M
A Terra dos Mil Povos (Kaka Wera Jecupé)
As Fabulosas Fábulas de Iauaretê  (Kaka Wera Jecupé)
É um Livro (Lane Smith)
Guerra e Paz (Leon Tolstói)
O Futebol é Uma Caixinha de Surpresas (Luiz Fernando Bindi)
Contos Negreiros  (Marcelino Freire)
A História do Leão que não Sabia Escrever (Martin Blaltschei)
O Livro dos Medos (Mirna Gleich Pirsky)

P - R
Confesso Que Vivi (Pablo Neruda)
Um Amor de Botão (Pauline Carlioz) 
Pedagogia da Autonomia (Paulo Freire)
As Melhores Piadas para as Crianças (Paulo Tadeu)
Por Amor ao Futebol (Pelé)
Carta de Pero Vaz de Caminha (Pero Vaz de Caminha)
Selvagem (Roger Mello)

S - V
Adivinha Quanto eu te Amo (Sam Mc Bratney)
Colecionador de Pedras  (Sergio Vaz)
Gildo (Silvana Rando)
Democracia Corintiana – A Utopia em Jogo (Sócrates e Ricardo Gozzi)
Sombra (Suzy Lee)
O Vermelho e o Negro (Stendhal)
O Apontador de Sonhos (Thoom Harrison / Alan e Lean Daniel)
A Decisão do Campeonato (Ruth Rocha)
Armandinho, o Juiz (Ruth Rocha)
A Lua Dentro do Coco (Sérgio Capparelli)
O Homem que Amava Caixas (Stephen King)
Sábado na Livraria (Sylvie Neeman)
Os Miseráveis (Victor Hugo)
Eneida (Virgílio)

W - Z
O artesão (Walter Lara)
Flicts (Ziraldo)
O Menino Marronzinho (Ziraldo)
O Menino Quadradinho (Ziraldo)
A limpeza de Tereza (Ziraldo)

AUTORES VARIADOS
O Time do Meu Coração (São Paulo, Santos, Palmeiras etc.)
  
COLECÕES
Feras Futebol Clube
- Léo, O Driblador
-Felix, O Furacão
- Vanessa, A Destemida
- Júlio, A Muralha

Percy Jackson e Os Olimpianos
- O Ladrão de Raios
- O Mar de Monstros
- A Maldição de Titã
- A Batalha do Labirinto
- O Último Olimpiano
- Os Arquivos do Semideus

Coleção Harry Potter
- Harry Potter e a Pedra Filosofal
- Harry Potter e a Câmara Secreta
- Harry Potter e o Cálice de Fogo
- Harry Potter e a Ordem da Fênix
- Harry Potter e o Enigma do Príncipe
- Harry Potter e as Relíquias da Morte

Coleção Diário
- Diário de Um Banana V1
- Diário de Um Banana V2

Coleção Larousse
- Meu 1º Larousse dos Porquês
- Meu 1º Larousse da História
- Meu 1º Larousse do Mundo
- Meu 1º Larousse dos Contos de Fadas

Quadrinhos
Gibis da Turma da Mônica
Clássicos da literatura brasileira e mundial em Quadrinhos 

domingo, 23 de outubro de 2011

Semana do Livro na Biblioteca da Fundação Julita


Na semana de 24 a 28 de outubro comemora-se a Semana do Livro, e nossa biblioteca realizará algumas atividades voltadas para a importância deste instrumento de aprendizagem, cultura, entretenimento, etc.. Participem!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Concurso de Poesias



Nossa Biblioteca promove o 1º Concurso de Poesia Manoel de Barros, aberto aos nossos leitores.
Os textos têm que ser próprios e deverão ser entregues em um envelope sem identificação na própria biblioteca aos cuidados do Sergio. O tema é livre.
As obras deverão ser entregues até o dia 18 de outubro às 17:00 h. e o resultado será divulgado no nosso sarau da tarde, dia 27 de outubro.

Mostre seu talento com as palavras! Escreva poesias!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Binho Padial na nossa Biblioteca

O Poeta Robinson Padial, também conhecido como Binho, um dos mais importantes escritores populares da nossa época, nos concedeu uma visita no último dia 30, onde nos contou um pouco sobre sua trajetória e o amor pelos livros e pela poesia.

Entre outras coisas, contou sobre o sucesso de seu sarau, o "Sarau do Binho", que acontece às noites de segunda-feira no bairro de Campo Limpo, zona sul da cidade de São Paulo. Também falou sobre Manoel de Barros e Guimarães Rosa, seus autores preferidos e sobre a "Bicicloteca" e a "Expedicón Donde Miras" dois dos seus projetos literários e de sua visão sobre a literatura atual e sobre cultura e educação.

Para finalizar, o poeta nos brindou com dois poemas seus e finalizou com uma roda, onde todos se olharam nos olhos e se abraçaram.

O trabalho foi realizado em dois momentos, um na parte da manhã e outro no período da tarde. Os educandos se saíram muito bem, conduzindo a entrevista de forma brilhante, com participação de todos, mostrando o excelente trabalho feito pelo educador Fagner que os preparou durante todo o mês de agosto.