Páginas

Caro leitor, agradecemos à sua visita. Deixe o seu recado, sugestão, reclamação, elogio ou pergunta.



segunda-feira, 1 de agosto de 2011

terça-feira, 19 de julho de 2011

Clássicos da Literatura Brasileira, em Quadrinhos

Alguns clássicos da Literatura Brasileira já podem ser encontrados no formato de quadrinhos. A Editora Escala dispõe de uma variedade de títulos, entre eles Memórias de Um Sargento de Milícias, de Manoel Antônio de Almeida; O Alienista, de Machado de Assis; e O Cortiço, de Aluísio Azevedo, que você pode encontrar em nossa biblioteca.

   

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O Retrato de Dorian Gray



Romance publicado pelo escritor inglês, Oscar Wilde, em 1890. É a história fictícia de um jovem chamado Dorian Gray, que torna-se modelo para uma pintura do artista Basil Hallward. O retrato fica belíssimo e ao vê-lo Dorian exprime o desejo de que o quadro pudesse envelhecer e ele continuar eternamente com seu rosto jovem. Mal sabe ele que seu desejo é atendido e que sua vida sofrerá muitas mudanças.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Literatura de Cordel

A história da literatura de cordel começa com o romanceiro luso-holandês da Idade Contemporânea e do Renascimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, chamados de cordéis. Inicialmente, eles também continham peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536). Foram os portugueses que introduziram o cordel no Brasil desde o início da colonização. Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com suas características próprias. Os temas incluem fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas, temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900-1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883-1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.
No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.
Os poetas Leandro Gomes de Barros (1865-1918) e João Martins de Athayde (1880-1959) estão entre os principais autores do passado.
Todavia, este tipo de literatura apresenta vários aspectos interessantes e dignos de destaque:
  • As suas gravuras, chamadas xilogravuras, representam um importante espólio do imaginário popular;
  • Pelo fato de funcionar como divulgadora da arte do cotidiano, das tradições populares e dos autores locais (lembre-se a vitalidade deste gênero ainda no nordeste do Brasil), a literatura de cordel é de inestimável importância na manutenção das identidades locais e das tradições literárias regionais, contribuindo para a perpetuação do folclore brasileiro;
  • Pelo fato de poderem ser lidas em sessões públicas e de atingirem um número elevado de exemplares distribuídos, ajudam na disseminação de hábitos de leitura e lutam contra o analfabetismo;
  • A tipologia de assuntos que cobrem, crítica social e política e textos de opinião, elevam a literatura de cordel ao estandarte de obras de teor didático e educativo.
      Outros grandes cordelistas que podemos destacar são:
      Zé Limeira, Zé da Luz, Jessier Quirino e Patativa do Assaré.
         

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Livros Para a Fuvest e Unicamp 2011

Os livros de leitura obrigatória para os anos 2011 e 2012 da FUVEST e da UNICAMP serão os mesmos, segundo a Comvest - Comissão Permanente de Vestibulares. Temos todos.

São eles:



O Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente




Memórias de Um Sargento de Milícias - Manuel Antônio de Almeida




Iracema - José de Alencar




Dom Casmurro - Machado de Assis




O Cortiço - Aluísio Azevedo




A Cidade e as Serras - Eça de Queiroz




Vidas Secas - Graciliano Ramos




Capitães da Areia - Jorge Amado




Antologia - Vinícius de Moraes

sábado, 11 de junho de 2011

A Menina Que Odiava Livros

Dicas de livro:

Os Meninos da Rua Paulo



Obra do escritor húngaro,  Ferenec Molnár é uma novela infanto-juvenil que narra a história pré- adolescente de batalhas em Budapeste entre dois grupos de garotos que disputam um terreno baldio.

Legado:
  • O livro tem sido considerado o mais conhecido livro húngaro através do mundo. Foi traduzido para várias línguas e em diversos países tem sido recomendado nas escolas. Ernő Nemecsek tem estado no ranking dos heróis da literatura juvenil, tais como Oliver Twis ou Tom Sawyer.
  • Constatemente a história tem sido transformada em peça.
  • O livro foi inspiração para a banda Ira! no álbum e música de mesmo título.
  • A história foi adaptada para o teatro em 1992, no Brasil, com enorme sucesso. No elenco, atores como Selton Mello, Marcelo Serrado, Oberdan Junior e Michel Bercovith, entre outros.

Escultura de Péter Szanyi,  em homenagem à obra.


Volta ao Mundo em Oitenta Dias



Obra do consagrado escritor francês, Julio Verne, publicada em 1874, conta a história de Phileas Fogg, cavalheiro inglês, rico e excêntrico, que por conta de uma aposta com os amigos, resolve dar a volta ao mundo em oitenta dias, acompanhado do criado, Jean Passepartout. Na grande aventura, passam por diversas situações inusitadas e fantásticas.
Também foi adaptado para o cinema.

Outras obras de júlio Verne estão à disposição em nosso acervo.


Caçadas de Pedrinho



Obra de Monteiro Lobato publicada em 1933, relata a aventura dos personagens do Sítio do Pica Pau Amarelo, na caçada de uma onça que ronda os arredores, organizada por Pedrinho e Narizinho. Na empreitada em busca da fera conhecem Quindim, um rinoceronte falante e resolvem trazê-lo para o Sítio.

Outras obras de Monteiro Lobato se encontram à disposição em nosso acervo.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A Biblioteca e seus leitores:



"...Porque através do tempo, os sonhadores
Estão pelo caminho igual pastores
Levando pelas mãos a humanidade"

Paulo César Pinheiro